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Colégio Piracicabano está na final das Olimpíadas de Matemática

por Colégio Piracicabano — publicado 11/10/2012 08h50, última modificação 05/02/2016 11h16
Colégio Piracicabano está na final das Olimpíadas de Matemática

Guilherme Macchia Amorim, 10, do 4º ano do ensino fundamental do Colégio Piracicabano, disputa a final das Olimpíadas de Matemática na turma dos 4º e 5º anos.  O apoio da mãe, a bióloga Rita Macchia, foi decisivo para que Guilherme superasse um desafio particular: as questões relativas à matéria do 5º ano que ele nem cursou ainda, mas que desenvolveu com total desenvoltura. A grande final acontece no dia 18 de outubro e é em nível nacional.

Entusiasmadíssimo, Guilherme falou à equipe de reportagem do  site do Colégio Piracicabano que transbordava de alegria pela colocação. "Estou muito feliz. Foi difícil, mas minha mãe teve bastante paciência para me ajudar. Meus amigos me deram os parabéns e a minha professora me desejou boa sorte", conta ele. 


DEDICAÇÃO 

A mãe do aluno conta que Guilherme sempre foi muito dedicado. Para as olimpíadas, que acontecem em nível nacional, houve muito estudo. "Mas não resolvia nada por ele. Participei explicando a matéria e incentivando a interpretação de texto. Em uma das questões relativas ao 5º ano me surpreendi com a rapidez dele para solucionar um problema. Mas o grande aprendizado dessa competição é mesmo a participação", destaca a mãe.  

O professor de informática e assessor de tecnologias da instituição, Luís Antonio Gimenes Albino, avalia positivamente a segunda participação do colégio nas olimpíadas. "O concurso foi uma ferramenta motivadora no sentido de renovar o interesse por essa ciência e despertar o espírito de competição saudável que existe dentro de cada um", conta.  

Segundo Albino, que acompanha o aluno Guilherme, independentemente do nível de ensino, os alunos participantes das olimpíadas foram desafiados a demonstrar sua capacidade de resolver problemas matemáticos que envolvem não só o raciocínio lógico, mas também a habilidade de interpretar textos e imagens.

"Desse modo, há o despertar de um aprender significativo e, consequentemente, do gostar de estudar e entender matemática. Estima-se que as questões deste concurso também possam desenvolver o potencial para intuir, observar, abstrair e generalizar, entre outras habilidades que não são estimuladas apenas com aulas expositivas e repetição de exercícios", salienta Albino.


Texto: Cristiane Bonin 
Fotos: Fábio Mendes
Edição de texto/jornalista responsável: Celiana Perina
Última atualização: 12/10/2012

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