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Alimento da Fé - 09/08/2018 - Santidade e Comunhão

“Então o Rei, esclarecendo-lhes responderá: ‘Com toda a certeza vos asseguro que, sempre que o fizestes para algum destes meus irmãos, mesmo que ao menor deles, a mim o fizestes”. Mateus 25: 40.

 

Leia Marcos 25: 31 – 46.

 

            A santificação é um requisito indispensável para que possamos ver o Senhor. Temos que crescer em santidade a cada momento, porém isto não acontece sem comunhão com Deus e uns para com os outros.

            A santidade é a busca por atender a vontade de Cristo em todos os momentos, mas sem a santidade não conseguimos enxergá-lo. Ser santo significa que há em nós uma inquietação para como bem estar do outro e não somente o nosso. Isto acontece pelo fato do amor ser a base da santidade. Somos dirigidos e fortalecidos pelo amor do Senhor. A Igreja é o corpo de Cristo, Ele é o Cabeça e o coração que bombeia o sangue para que todas as juntas cooperem para que assim haja harmonia neste organismo. Somente o amor nos capacita a sermos irmãos e irmãos e praticarmos a solidariedade.       

            Neste texto vemos dois grupos de pessoas. O primeiro grupo é das pessoas que por serem salvas agiram com bondade para com os seus semelhantes. O segundo grupo é de pessoa que por pensarem que eram salvas não precisavam fazer mais nada, permaneceram fechados na prisão do egoísmo.

            Santidade implica em serviço e missão no Reino de Deus. Não somos santos para viver empavonados na vida da Igreja, mas com humildade sermos sal e luz, onde estivermos.

Nesta caminhada cristã refletimos o amor de Deus para com as pessoas que precisam em suas vidas de um toque de amor, mais do que palavras ocas desprovidas de afeição. Somente quando demonstramos uma real empatia para com as pessoas, mostramos a relevância de um Evangelho que transforma.  

            Santidade e missão devem andar de mãos dadas na vida cristã. Alguns pregam a santidade por isso se isolam em seus guetos religiosos e se tornam insensíveis para com as demais pessoas. Outros preocupam-se em fazer missão a qualquer custo, que “barateiam” a graça de Deus, pregando um evangelho inócuo, sem consistência.

            Quando olhamos para a caminhada dos primeiros cristãos, vemos que tinham uma visão bem clara de que a missão deveria prosseguir em santidade. Haveria o cuidado com os órfãos e viúvas, como fruto do amor de Cristo e do comprometimento com os valores do Reino de Deus. “A religião que Deus, o nosso Pai aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. Tiago 1: 27.   

            Precisamos reavaliar nosso modelo de santidade e de comunhão. Será que mantemos os princípios da Palavra de Deus, ou estamos fazendo as coisas como “achamos” que deve ser. Se faz necessário uma revisão, pois existem implicações eternas caso estejamos errados. “Então o Rei lhes sentenciará: ‘Com toda a certeza vos asseguro que, sempre que o deixastes de fazer para algum destes meus irmãos, mesmo que ao menor deles, a mim o deixastes de fazer”. Mateus 25:45

 Oração: Senhor queremos buscar a verdadeira santidade caracterizada pelo amor, sincero e abrangente. Jesus abra os nossos olhos para todas as coisas boas que podemos fazer pelos nossos irmãos. Praticar a bondade não para obter a salvação, mas por que já somos salvos pela graça. Amém.