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Pastoral Escolar

“Pastoreai o rebanho de Deus que há entre nós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer” (I Pe 5:2).


A Pastoral Escolar e Universitária é um órgão da Igreja Metodista que atua nas instituições de ensino da igreja e também da Rede Metodista de Educação, que tem a finalidade de ser a presença da igreja nas expressões de cuidado, acolhimento, aconselhamento, apoio espiritual e ético. É a ação Pastoral da igreja junto aos alunos(as) e funcionários(as). Essas são as referências da tradição Wesleyana Metodista, que queremos deixar evidentes em tudo que fazemos nas diversas áreas de atuação da igreja.

Acreditamos que uma sociedade que aprende e vive os princípios cristãos tem como resultado no seu desenvolvimento o bem estar social. Acreditamos que o amor e o respeito nas relações sociais são fundamentais para vivermos bem, fazendo o bem a tudo e a todos(as) que estiverem ao nosso alcance. Quando os princípios de Deus entram nos nossos corações, o Reino de Deus é instaurado e toda a sociedade passa a sinalizar o amor de Deus e os seus intentos para a sua criação.

A Pastoral Escolar e Universitária, ao desenvolver a sua missão, constrói o seu projeto motivado pela realidade e nos compromissos, princípios e fins educacionais e são expressos em três momentos: profético, sacerdotal e diaconal. Esses momentos dão sentido a todas as nossas ações.

  1. Sacerdotal: São as atividades e os atendimentos (individuais ou grupais) à comunidade do Colégio, tendo como critério ético o diálogo e o respeito à pluralidade religiosa.
  2. Profética: É o conteúdo da reflexão e da parceria para ouvir, compreender, considerar e valorizar o outro, assumindo o compromisso com a construção da sinalização do Reino de Deus, caracterizado pela vivência cidadã, como sendo a busca permanente do sentido da vida, da construção e do direito à inclusão de todos/as para a dignidade, para a paz e justiça.
  3. Diaconal: Expressa-se nas ações concretas com sentido solidário, relacionadas com campanhas e serviços.

 

O tema que será tratado em 2016 é: “Jesus, uma confraternização para a Vida!”. Esse se apresenta por duas principais razões. A primeira se firma no fato que Jesus Cristo convoca as mulheres e os homens a se aproximarem Dele a fim de que aprendam a valorizar a Vida e a desenvolver uma relação saudável com Deus, as pessoas e toda a natureza. E a segunda razão diz respeito aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos que acontecerão neste ano na cidade do Rio de Janeiro e tem como um dos propósitos a confraternização entre os povos em meio às competições.

Essa temática é aclarada com o texto de Hebreus 12.1-2: “Assim nós temos essa grande multidão de testemunhas ao nosso redor. Portanto, deixemos de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós e corramos sem desanimar a corrida que está à nossa frente. Continuemos com os nossos olhos fixos em Jesus, pois é Dele que depende a nossa fé, desde o começo até o fim. Ele não deixou que a cruz o fizesse desistir. Ao contrário, por causa da alegria que lhe foi prometida, não se importou com a humilhação de morrer na cruz e agora está sentado do lado direito do trono de Deus.

Se olharmos para Jesus Cristo, veremos que ele enfrentou os horrores da vida em nome do Reino de Deus. Ele fortaleceu a vida das pessoas marginalizadas apresentando-lhes as Boas Novas em primeira mão; lutou contra todo o tipo de exclusão; foi contra as injustiças que ocorriam em seu tempo; amou dando voz, vez e história a um número considerável de pessoas; brincou, dançou e festejou com as pessoas do povo; contagiou a muitos e muitas permitindo com que pudessem sonhar novamente com dias melhores; censurou fortemente a religião exploradora, legalista, excludente, alienante e insensível. Jesus assim procedeu por amor à Vida e desejo ardente de preservá-la.

Na lógica de Jesus os Jogos Competitivos dão lugar aos Jogos Cooperativos, ou seja, todas as pessoas correm, animam e cuidam umas das outras, fixam o olhar em Cristo, vencem juntas e se confraternizam. Essa possivelmente é uma grande e desafiadora lição para quem vivencia o ambiente escolar em um contexto capitalista e extremamente competitivo, ou seja, empenhar-se individualmente sem deixar de cooperar com o(a) colega. Isso é um sinal de que alunos(as), professores(as) e funcionários(as) serão ao longo do ano desafiados(as) a deixar de lado tudo o que atrapalha, correr sem desanimar e fixar os olhos no alvo. Não será fácil, mas a vitória e a confraternização serão experimentadas!” (Texto Rev. Edemir Antunes Filho.)