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A paz que Cristo dá

“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não a dou como dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).

Israel ficou sob o domínio do Império Romano durante muito tempo. E uma forma de agir do Império Romano para os povos dominados era o oferecimento da paz. A Pax Romana era um acordo entre os dominados e Roma. Desde que se submetessem aos critérios e vontades de Roma, na figura do seu Imperador, tudo ficaria bem. Quem não se submetesse, seria torturado, castigado e até morto. Todo o império era estruturado sobre o medo e a violência.

Jesus, em um momento com os seus discípulos, procurando instruí-los sobre momentos futuros que viveriam, - sua própria crucificação - começa a falar sobre o consolador, ou seja, o Espírito Santo, que viria sobre eles depois da ressurreição de Cristo. A preocupação do mestre era que os seus discípulos ficassem em paz quanto ao cuidado de Deus para com eles e todos os que creem no Evangelho. A palavra usada no grego foi: Eirene, que significa paz, harmonia.

E Jesus a usa fazendo um contraste com a pax romana, imposta por ameaças e violências. Mas Jesus deixa para seus apóstolos a paz por meio de seus ensinamentos, que ele aprendeu do Pai e que o Espírito Santo continuará a oferecer a todos que creem no evangelho. Os ensinamentos de Cristo trazem harmonia para os que buscam harmonia de vida, consciência, harmonia de propósitos.

A paz que o mundo dá, procede das visões e vontades do ser humano, ou seja, terá falhas e limitações. A Paz de Cristo vem na harmonização de nós, criaturas com o criador, quando construímos a nossa caminhada de vida segundo os ensinamentos de Deus. Que Deus te abençoe a cada dia e a Paz de Cristo seja sempre sobre sua vida.


Pastor Hércules Araújo
Pastoral Escolar do Colégio Metodista de Bertioga